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» DINIS MANUEL ALVES NO «NATIVOS DIGITAIS», RTP2
Os títulos da imprensa escrita ajudando a vender bem as notícias
Como reduzir uma notícia a uma pequena frase? Como cativar os leitores em pouco caracteres? Com um título. Simples, eficazes, criativos e fiéis ao conteúdo da notícia. Assim devem ser os títulos dos jornais. A meio caminho entre as técnicas jornalística e publicitária. O Nativos Digitais foi descobrir quem os faz e como. E quais os perigos escondidos da síntese. Com Dinis Manuel Alves (investigador), Jorge Fiel (JN), Manuel Carvalho (Público) e Manuel Tavares (JN). Programa emitido pela RTP2 a 11.10.2011 e redifundido a 18.10.2011. Emissões também na RTPi, RTPi América, RTPi Ásia e RTP Mobile. A este propósito, veja também o site promocional do livro “Foi Você que Pediu um Bom Título?”, da autoria de Dinis Manuel Alves.

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» UMA OBRA QUE TRATA «ALGUMAS MALFEITORIAS DESPEJADAS PELO JORNALISMO TELEVISIVO»
Dinis Alves apresentou primeiro de quatro livros que têm por base a sua tese de doutoramento
“Promoções, silêncios e desvirtuações na TV - A informação ao serviço da estação” é o título do livro de Dinis Alves, lançado esta semana na Casa da Cultura de Coimbra e apresentado por Rui Cádima , que é o primeiro doutorado no campo do jornalismo televisivo e que foi orientador da tese de doutoramento de Dinis Alves . Tese que dará lugar a mais três livros (“Terceiro Mundo em Notícias – Em directo do inferno”; “Da máquina enfatizada à máquina constrangida – MalDita Televisão” e Mimetismos e determinação da agenda noticiosa televisiva – A Agenda-Montra de Outras Agendas”).
Cádima, aliás, salientou a grande dimensão do projecto de investigação desenvolvido por Dinis Alves com base em centenas de telejornais das televisões portuguesas. «Foi muito para além dos seus limites. Qualquer orientador se recusaria a pedir um mapa de trabalhos com esta densidade. Mais parecia o resultado de um trabalho de investigação colectivo».

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» PARA DETECTAR MANIPULAÇÕES E ATROPELOS
Investigador defende educação para os media
Coimbra, 02 mar (Lusa) - O investigador Dinis Manuel Alves, que lança quarta feira um livro sobre informação televisiva, defende uma educação para os media que permita ao cidadão conhecer os mecanismos básicos do funcionamento da imprensa, detetando “manipulações informativas e atropelos deontológicos”. “Urge apostar na educação para os media. Não sendo crível a regeneração dos media no futuro, uma estratégia de cidadania deve passar pela educação para os media, com o cidadão conhecedor dos mecanismos básicos de funcionamento da imprensa, apetrechado para detetar manipulações informativas, atropelos deontológicos, sempre que existam”, disse hoje à agência Lusa o diretor da licenciatura em Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga, em Coimbra.

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Foi Você que Pediu um Bom Título? |
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» ENTREVISTA DE FILINTO MELO A DINIS MANUEL ALVES
O ardina do século XXI
Entrevista a Dinis Manuel Alves, por Filinto Melo, a propósito da publicação do livro “Foi Você que Pediu um Bom Título?”. Caderno “Das Artes Das Letras”, “O Primeiro de Janeiro”, 29.09.2003, págs. 14/15. Disponível aqui

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Espaço DMA |
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» INCENDIÁRIOS EM DISCURSO DIRECTO
Sexo, Álcool e Labaredas
"Faísca" é alcunho de criança, nasceu em Poiares há 29 anos: "Derreti o dinheiro todo cá em Coimbra. Cafés, discotecas, cheguei a dormir em apartamentos com malucas, só com putas. Aluguei um Renault Turbo, ia para a Figueira, para Quiaios, para Lisboa. Tinha uma carta espanhola falsa, 30 contos. Conheço os sinais, não sei é dizer o nome deles. E sei fazer as rotundas e tudo". Enquanto estoirava os 200 contos que jura lhe terem sido entregues por um madeireiro, ardia "a zona toda de Poiares": "Foi o maior incêndio de Portugal. Ainda bem que não morreram bombeiros nenhuns". Estava um Verão "muito quente", o negócio fez-se na adega do homem das madeiras...

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» POR TERRAS DE MOÇAMBIQUE
De que festa é a nostalgia?
Quando pisou chão de Maputo, lembrou-se do amendoim assado na areia. Esquecera a “ordem” dada a quem levava máquina fotográfica — “quando começar a chorar não me tirem fotografias”; pressentiu na boca o sabor da manga com sal…

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